alunos autistas em processo de inclusão
2017
quando o plano de inclusão começou
Por que isso começou aqui
O plano de inclusão da Kidsheaven não começou por decisão de mercado. Começou em 2017, com o filho de Michele Berchielli, diretora administrativa da escola — autista, e aluno daqui.
A partir dali a escola precisou se organizar para valer: formação da equipe, plano individualizado escrito, revisão constante e conversa permanente com quem atende a criança fora da escola. O que existe hoje foi construído resolvendo um problema real, não montando um serviço.
Isso muda o que você encontra numa conversa aqui. Do outro lado da mesa está alguém que já esteve do seu lado dela.
Psicopedagoga
Avalia o funcionamento da criança e constrói as adaptações de material e de percurso junto com o professor.
Psicóloga da instituição
Forma a equipe, orienta condutas e acompanha as situações do dia a dia — inclusive as difíceis.
Coordenação pedagógica
Responde pelo plano individualizado e pela articulação entre professor, família e equipe clínica.
Professores da turma
Ensinam. A responsabilidade pedagógica pela criança é do professor da turma, em qualquer situação — ela não se delega.
1. Conversa com a coordenação
Sem a criança, para a família falar abertamente: o que já tentou, o que funcionou, o que deu errado em outros lugares e o que preocupa.
2. Leitura dos relatórios
Trazemos para a mesa o que a equipe clínica já sabe. Não recomeçamos do zero uma avaliação que já foi feita.
3. Plano individualizado
Um documento escrito com objetivos observáveis, estratégias, responsáveis com nome e critério de verificação.
4. Adaptação no tempo da criança
Jornada curta e crescente, uma pessoa de referência definida e um perfil por escrito do que acalma e do que desregula.
5. Revisão constante
O plano é documento vivo. Ele muda quando a criança muda — não de ano em ano.
A sala de regulação
A escola tem uma sala de regulação, para crianças neurodivergentes e para as crianças típicas que precisarem de algum tipo de ajuda ou de descanso.
Na visita você conhece a sala e conversa com a coordenação sobre como ela é usada no dia a dia do seu filho.
O que precisamos da família
Inclusão não é serviço que a escola presta sozinha. Ela acontece quando escola, família e equipe clínica olham para a mesma criança e combinam o mesmo caminho.
Os casos em que não deu certo aqui tiveram uma coisa em comum: a família não quis considerar o que a escola observou e não buscou avaliação externa. Sem isso, a escola trabalha no escuro — e a criança é quem paga.
Por isso preferimos dizer antes: se você procura um lugar que aceite a matrícula e não toque no assunto, provavelmente não somos a escola certa. Se procura um lugar que converse com você o ano inteiro, inclusive quando for difícil, vale marcarmos uma conversa.